domingo, 19 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
HORTAS PLANTIT: Omelete de Alho Francês, Cogumelos e Cenoura
HORTAS PLANTIT: Omelete de Alho Francês, Cogumelos e Cenoura: Ingredientes: 3 ovos inteiros levemente batidos 40 gr. de alho francês em tiras finas 30 gr. de cenoura ralada 30 gr. de cogumelos em ro...
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Sabão magnético pode limpar vazamentos de óleo
Sabão magnético pode limpar vazamentos de óleo: Esta pode ser a solução para a limpeza de derramamentos de óleo, já que o sabão magnético pode ser facilmente coletado após o uso, reduzindo o impacto ambiental.
Pneus ficam mais verdes e mais doces
Pneus ficam mais verdes e mais doces: Já estão prontos os primeiros protótipos de pneus para automóveis feitos a partir do açúcar processado por bactérias geneticamente modificadas.
Quanto tempo uma sacola de supermercado leva para se decompor?
Quanto tempo uma sacola de supermercado leva para se decompor?: Começou a ser realizado o primeiro estudo científico sobre a degradação das sacolas plásticas nas condições brasileiras.
ReRAM: memória resistiva começa a sair dos laboratórios
ReRAM: memória resistiva começa a sair dos laboratórios: Está pronto o primeiro protótipo de memória resistiva com velocidade equivalente à das memórias DRAM atualmente no mercado.
Era da informação móvel anseia por um novo hardware
Era da informação móvel anseia por um novo hardware: No ano passado, pela primeira vez a venda de ismartphones/i superou a venda de inotebooks/i.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
QUEM É O PROFISSIONAL DE TURISMO?
O curso de Turismo
Multidisciplinar por excelência, o futuro bacharel em Turismo deverá saber lidar com diferentes tipos de informações que abrangem conhecimentos teóricos e práticos de patrimônio cultural e histórico, geografia, ecoturismo, marketing, economia, além das técnicas de hotelaria e transportes, agências, pesca desportiva, animação e lazer, entre outros, que têm como objetivo formar um profissional capaz de refletir e planejar sobre as diversas situações que envolvem essas áreas.
O que eu posso ser quando me formar?
Essa é a pergunta crucial que todo candidato ao curso de Turismo faz. Alguns procuram, de certa forma, informações que darão sustentabilidade à sua formação, iniciam o curso, entram em contato com um grupo de alunos e se deixam influenciar pelas opiniões mais inadvertidas. Um percentual de 30% desiste, sem ter as devidas respostas. Um percentual de 10% desiste por diversas razões e os 60% restantes só se completam quando avançam nos períodos. Apesar de as entidades de ensino fazerem um esforço adicional para levar as mensagens necessárias aos discentes, não obtêm sucesso. Essas são as razões pelas quais se resolveu abordar oa assunto diretamente.
Quais as funções que poderei exercer quando profissional de turismo?
Por se tratar de atividade muito ampla e que sugere a necessidade do inter-relacionamento com vários setores, o trabalho em grupo torna-se ítem praticamente obrigatório para o futuro profissional de turismo. Já de algum tempo, o trabalho de grupo tem sido motivado nas mais diversas funções. No caso do turismo é essencial. A grande razão de o profissional de turismo participar do grupo é o enfoque de entendimento que ele adquire e pratica. Entender um projeto turisticamente tem um enfoque diferente de simplesmente desenvolver o projeto. Realizar uma tradução não representa grande dificuldade, mas dar enfoque turístico ao conteúdo é próprio do profissional de turismo. Portanto, as funções sempre serão desenvolvidas, no âmbito turístico, acompanhadas de outros profissionais, como em qualquer outra área de atuação.
O objetivo é esclarecer ao futuro profissional, no sentido de dar opções no mercado de trabalho, pois, muitos estudantes de turismo desconhecem as áreas de trabalho em que poderão atuar.
A justificativa é tornar o futuro profissional ciente de todas as propostas existentes no mercado de trabalho. Ao mesmo tempo, inspirar o empreendorismo nato em muitos que ainda não têm informação de onde atuar e como investir.
Há algum tempo, dizer que estava cursando turismo era motivo de ironia, mas, hoje a profissão apresenta-se num crescer desenfreado e o codinome bacharel em Turismo já foi, definitivamente, substituído por turismólogo.
A profissão é recente (estamos ainda na fase de reconhecimento conf. Lei 12.591 de 18/01/2012) e o desenvolvimento foi tão rápido que os empresários ligados ao turismo, muitos deles, não sabem lidar com essa mão-de-obra, realmente qualificada, que está adentrando e para muitos, já adentrou no mercado.
Fonte: meu curso de Turismo/Universidade Nilton Lins.
TURISMÓLOGOS: CHEGOU O RECONHECIMENTO
Com a Lei 12.591, profissão dá o primeiro passo tumo à regulamentação
Foi publicada ontem (19.01.2012), no Diário Oficial, a portaria que reconhece a profissão de turismólogo e disciplina seu exercício. A lei atende a uma antiga reivindicação da categoria, apoiada pelo Ministério, em especial pelo ministro do Turismo, Gastão Vieira: "Este é o primeiro passo, para que a profissão seja regulamentada. O MTur sempre trabalhou pelo reconhecimento da atividade, o que acontece em boa hora, quando o país está para receber alguns dos mais importantes eventos do mundo, como a Copa e as Olimpíadas".
E completou Gastão Vieira: - "Nosso trabalho não terminou. Continuaremos discutindo junto ao Congresso Nacional e às entidades representativas os requisitos necessários à atividade".
Depois de dez anos trabalhando pelo reconhecimento da profissão, a Associação Brasileira dos Turismólogos e Profissionais do Turismo também comemora. "A legislação é positiva, porque abre os caminhos para a regulamentação. Reconhecemos que o Ministério do Turismo trabalhou para que a lei fosse ainda mais ampla. Ainda assim, demos um passo importante rumo à consolidação das atividades que operacionalizam o turismo", explicou a presidente da associação, Tania Omena.
A Lei 12.591, de 18 de janeiro de 2012, considera atividades do turismólogo: planejar, organizar, dirigir, controlar, gerir e operacionalizar instituições e estabelecimentos ligados ao turismo; coordenar e orientar trabalhos de seleção e classificação de locais e áreas de interesse turístico, visando ao adequado aproveitamento dos recursos naturais e culturais, de acordo com sua natureza geográfica, histórica, artística e cultural, bem como realizar estudos de viabilidade econômica ou técnica; coordenar e orientar levantamentos, estudos e pesquisas relativamente a instituições, empresas e estabelecimentos privados que atendam ao setor turístico; entre outras.
"O ministro Gastão Vieira tem uma visão de futuro, levando em conta as necessidades de um país que se afirma como importante destino no cenário turístico internacional", conclui a presidente da Associação Brasileira dos Turismólogos e Profissionais do Turismo.
Fonte. MTur/ASCON
domingo, 18 de dezembro de 2011
RELAÇÃO TURISMO E MEIO AMBIENTE
Voltando no tempo: Fabio Cascino, em seu livro sobre Educação Ambiental relembra o maio de 68, em Paris - as chamadas "barricadas do desejo". "Pour une planète plus bleu era o slogan, a palavra de ordem, a frase-chave do movimento. Os estudantes de Paris clamavam pelo novo: "QUEREMOS UM PLANETA MAIS AZUL". Paris 68, o maio revolucionário, indicava para o mundo que existia algo de novo no ar, que alguma coisa diferente estava nascendo no pensamento humano. Olgária Matos no livro As barricadas do desejo afirma: "O maio de 68 significou entre outros uma crítica radical à fusão do indivíduo na totalidade, quer seja entendida como partido ou Estado".
Fábio vai mais longe e justifica: "Naqueles movimentos podemos identificar uma aspiração: é preciso resgatar o indivíduo e tirar o indivíduo da massa, da totalidade, do conjunto descaracterizado. É preciso repensar partido, indivíduo, participação política, Estado, etc."
Na minha opinião, o ambientalismo teve início na década de 60. Considerado como um movimento importante que trouxe mudanças e responsabilidades para o ser humano ( o homem) q. passou a defender a natureza interagindo com ela. Agora ele estava dentro do contexto e não fora dele. Essa mudança já vinha acontecendo tanto que em 1962 foi lançado o livro de autoria de Rachel Carson - o clássico Silent Spring, pois naquela época os problemas com pesticidas, inseticidas e outros acusavam perda de qualidade de vida... Seguiu-se outros Eventos, descobertas e hoje ainda estamos às voltas com quase os mesmos problemas (ou mais) e o homem não tomou a responsabilidade para si, ou melhor de repensar antes de consumir, detre outras práticas abusivas.
Ainda existem pessoas que imaginam ser MEIO AMBIENTE somente lugares com árvores e plantas, pensam somente o "verde". O meio ambiente não é somente o meio natural, mas também o ambiente artificial (criado pelo homem). Na nossa cidade ou município o meio ambiente é um todo (natureza/homem). O cuidado com os atrativos culturais e naturais testificam um turismo com responsabilidade que depende da preservação urbana e rural.
As conceituações para as diversas segmentações turísticas (ecoturismo, aventura, pesca, rural...) são práticas, estudos e planejamentos diferentes que oferecem melhor gerenciamento aos impactos ambientais. A natureza degradada não se recompõe rapidamente e o uso desordenado do meio ambiente influencia sim na atividade turística.
ass. Jainatur
Consulta:
Fabio Cascino.2.ed-São Paulo:Editôra SENAC São Paulo,2000.
REGIONALIZAR O TURISMO
REGIONALIZAR O TURISMO, conforme aprendizado na especialização Regionalização do Turismo /2010 é de suma importância q. aprendamos o seu significado...
Regionalizar o Turismo significa ter um olhar mais abrangente. Uma visão global das potencialidades, dos riscos, limites e tendências da atividade turística na sua região. É transformar ação centrada no município, em uma Política Pública mobilizadora, capaz de provocar mudanças, sistematizar o planejamento e coordenar o processo de Desenvolvimento Local, Regional, Estadual e Nacional, de forma articulada e compartilhada.
É um processo de planejamento de ações conjuntas que integra o Poder Público, Iniciativa Privada, Terceiro Setor, Lideranças Locais e as Comunidades ai onde vc. vive, de modo a organizar a atividade turística.
Regionalizar o Turismo é ainda retratar esses vários Brasis, que formam um país único a partir de um planejamento coordenado e participativo para se ter mais renda e mais oportunidades.
Especialistas em Turismo, do próprio Mtur, num debate via TV para todo o Brasil declararam até em forma de versos o valor, a importância de UM NOVO OLHAR PARA O TURISMO - claro q. acompanhei tudo, discuti via internet e anotei:
Descoberta dos sabores
Olhares vindos de tantos outros lugares
O que buscam esses olhares
Vindo de tantos outros lugares
Histórias para contar aos seus pares
Contagens infinitas de renovados contares
Ou a descoberta do sabor de novos ares?
O que tanto buscam esses novos olhares
Os verdes que ofereces aos milhares
As vestes da cor ancestral de múltiplos cocares?
A beleza da trama dos teus vários colares?
Ou o desbravar do imenso mistério desses mares?
O que buscam afinal, esses muitos olhares
O despertar mais especial dos despertares
O olhar diferente que tem ao te encontrares
Ou a configuração do inventares para fazer do amar amares.
Numa outra discussão falou-se sobre o PNT como sendo a linha mestra na condução política do turismo brasileiro. É ele que articula o setor público e privado, estabelece as diretrizes e as metas a serem alcançadas. Neste contexto o Programa de Regionalização define e propõe um ordenamento do Território brasileiro, fortalece as governanças regionais e prioriza os destinos turísticos com maior potencial. É um importante instrumento de planejmento e de organização da Oferta Turística brasileira, oferecendo maior qualidade e diversidade.
A Regionalização é um exemplo de como o Mtur executa a sua política, de forma participativa, em parceria com os Estados, Municípios e Entidades Representativas do Setor Turístico.
Assim, o curso de Regionalização nos trouxe a oportunidade de participar da construção dessa política e de fortalecer o próprio curso.
Excelente foi o debate sobre SUSTENTABILIDADE que tem como objetivo promover o desenvolvimento das Regiões turísticas. A palavra guia é sustentabilidade - uma premissa do Plano Nacional do Turismo/PNT que se desdobra em :
1- SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL - resumindo: compatibilidade do desenvolvimento turístico com os processos ecológicos.
2- SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA - resumindo: igualdade na distribuição dos benefícios proporcionados pelo desenvolvimento e geração de recursos para suprir as necessidades das futuras gerações.
3- SUSTENTABILIDADE SÓCIO-CULTURAL - resumindo: preservação da identidade dos valores e costumes de toda uma Comunidade.
4- SUSTENTABILIDADE POLÍTICO-INSTITUCIONAL - resumindo: continuidade da gestão de desenvolvimento turístico independente da alternância de poder.
Mas, como desenvolver o chamado Turismo Sustentável, com a utilização do Sistema de Gestão da Sustentabilidade, que devem acompanhar os impactos da atividade turística? O processo deve ser monitorado e avaliado permanentemente e os avanços e retrocessos devem ser medidos por meio de indicadores, uma vez que não há garantia de sustentabilidade em longo prazo, porque os fatores que o condicionam são muitos. Se é possível afirmar que o Turismo contribui para uma sociedade sustentável, essa contribuição deve ser possível de medição.
A sustentabilidade é imprescindível para um modelo de sucesso turístico em qualquer atrativo e em qualquer destino.
Em BONITO foi implantado esse modelo. Só serão competitivos os destinos que tenham Responsabilidade Social e Ambiental (muita atenção ).
Outros debatedores falaram sobre SENSIBILIZAR e MOBILIZAR a população ...
Na verdade, são ações fundametais e permanentes para o desenvolvimento sustentável da atividade nos municípios das Regiões turísticas.. Para mim estas duas palavrinhas são de um valor extremo e chego a brigar pela inexistência dessas ações na formação de Projetos ou Planos.
Identificar os atores locais é o ponto de partida para o desenvolvimento sustentável, ou seja: Quais são as instituições representativas da sociedade e que parceiros e meios podem contribuir para a realização dos eventos iniciais de Sensibilização e Mobilização? É recomendado ainda estabelecer agenda de reuniões (tenho todos os modelos).
Qdo as pessoas se conscientizam da relação entre patrimônio preservado( seja ele histórico, artístico, cultural ou material), da geração de mais oportunidade de trabalho e de desenvolvimento para a Região e de mais qualidade de vida para todos, então, o processo de sensibilização se torna um fator fundamental para o sucesso.
A gente consegue a sensibilização tocando às pessoas naquilo que é de interesse dela. Então perguntamos:
- Qual o interêsse do Poder Público no Desenvolvimento do Turismo?
- Qual o interêsse da Sociedade?
- Qual o interêsse da Cadeia Produtiva?
- Qual o interêsse dos Empreendedores do Turismo no Desenvolvimento e no Crescimento?
- Como que as Instituições de Ensino podem participar nesse processo de Sensibilização?
Então é fundamental, pois, o processo de sensibilização deve ser permanente. A gente deve estar sempre fortalecendo os momentos de diálogos que acontecem nas Reuniões, nas Oficinas, nos jatares, nos cafés-da-manhã, onde todos podem se encontrar, compartilhando as questões do Turismo. Por isso, que eu pessoalmente entendo que o Turismo não fica somente na falácia e sim nas ações conjuntas...
Outro processo ou estratégia de Mobilização é a formação de Redes. A própria consolidação das políticas públicas, no caso, da Regionalização do Turismo está ligado justamente no trabalho em Redes, que promove dinâmicas de expansão e o fortalecimento das várias Regiões turísticas.
A Rede integra pessoas ou instituições na busca desse objetivo e requer dos participantes apenas o sentido de cooperação . Além de facilitar a troca de informações, as Redes ainda possibilitam outras vantagens:
a- Aumento da Produtividade;
b- Redução dos Custos;
c- Acesso às Inovações Tecnológicas e aos Novos Mercados;
d- Maior poder de negociação.
A Rede deve ser um espaço democrático de participação. A dinâmica de funcionamento é um enorme somatório de ações simultâneas e diferenciadas. Muitos participam, colaboram e empreendem com autonomia por um objetivo comum.
O Espírito Santo passou a compor esta Rede de Regionalização do Turismo em 2003, quando criou lá no Estado, o Conselho Estadual do Turismo e fazendo parte deste Conselho as 10 Regiões Turísticas do Estado do ES e nas Regiões Turísticas, todos os atores envolvidos nesse processo: Empresários, Sociedade Civil, Órgãos Públicos, Parceiros que trabalham com Turismo, enfim, toda a Rede de Regionalização fazendo parte deste Conselho. Infelizmente, tem estados em q. o Conselho n.funciona a contento e nunca sabemos o que decidiram para nossa cidade (ou região) ou por nossa cidade.
O melhor de tudo é que o Estado do Espírito Santo, juntamente com todos os Estados da Região Sudeste (SP/MG/RJ) fazem parte de uma Rede onde os interlocutores trocam experiências e se unem para fortalecer essa REDE da Região Sudeste e a Reg. Sudeste, juntamente com as demais regiões do país, formam a GRANDE REDE DA REGIONALIZAÇÃO BRASILEIRA (precisa funcionar juntas).
Experiências isoladas não permitem a troca de conhecimentos, para a melhoria da competitividade do Turismo no País. A chamada Rede Nacional de Regionalização do Turismo facilita a comunicação entre os diversos agentes do programa o que estimula a formação de parcerias. A Rede Nacional se consolida no SALÃO DE TURISMO ROTEIROS DO BRASIL.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
ATIVISTAS AMBIENTAIS EM ESTADO DE ALERTA
Um dos projetos de hidrelétricas citados do relatório é o de Santa Isabel, localizado na região do rio Araguaia, no Pará, que anos atrás havia sido retirado do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDEE).
A retomada do projeto foi o sinal de alerta para os ativistas ambientais. "O governo brasileiro quer fazer um monte de hidrelétricas para atender interesses de políticos e empreiteiras, naturalmente".
Em seu blog, Telma Monteiro diz que a hidrelétrica Santa Isabel pode afetar diretamente as Unidades de Conservação Parque Estadual Serra dos Martírios - Andorinhas, APA São Geraldo do Araguaia e APA Lago de Santa Isabel, localizadas em área considerada de alta prioridade para a proteção da biodiversidade, além de afetar diretamente 131 cavidades naturais.
Com área prevista de 250 Km2 de reservatório, está programado para gerar 1080 MW e atingir os municípios Palestina do Pará/PA, Piçarra/PA, São Geraldo do Araguaia/PA, Ananás/TO, Aragominas/TO, Araguaina/TO, Riachinho/TO e Xambioá/TO.
Matéria da jornalista Elaíze Farias
Jornal A Crítica
AMAZÔNIA TEM 100 PROJETOS DE HIDRELÉTRICAS
Jornal A Crítica
Matéria da jornalista Elaíze Farias
Data: 17/07/2011
O Relatório de Acompanhamento de Estudos e Projetos de Usinas Hidrelétricas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), cuja atualização data do dia 31 de maio de 2011, aponta 144 projetos de aproveitamento de usinas na Amazônia, entre grandes hidrelétricas e pequenas centrais hidrelétricas (PCH) - aquelas com potencial abaixo de 30 megawatts.
O projeto mais avançado é justamente a Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, usina que deverá gerar mais de 11 mil megawatts, e que vem sendo alvo de protesto de movimentos sociais e indígenas contrários ao empreendimento.
Os Estados do Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Mato Grosso e Maranhão estão na lista dos projetos. Entre as bacias mais impactadas estão Jamamanxi, Tapajós e Teles Pires. No documento, ao qual o portal acritica.com teve acesso, há diferentes etapas das análises, entre inventários e elaborações do projeto.
No Amazonas, dois projetos se destacam: a elaboração de estudos na área do rio Canumã e seu afluente, rio /acari, na calha do Madeira. As hidrelétricas, diferentes das demais descritas no relatório, não trazem dados sobre potência prevista.
Os dois agentes responsáveis pela elaboração dos estudos e projetos no Madeira destas duas hidrelétricas são Voltalia Energia do Brasil e a Ersa-Energia Renováveis.
Na divisa do Acre com o Amazonas há também outro empreendimento previsto, localizado na região do rio Juruá e seu afluente, rio Moa. Não há informações sobre a potência. O estudo está em elaboração.
"O tamanho das hidrelétricas não é tão importante. Os impactos serão os mesmos e até duplicados. Estamos falando de Amazônia. Qualquer interferência vai ter sérias consequências ambientais e trair migração", analisou Telma Monteiro, ativista ambiental e estudiosa dos impactos sociais que as hidrelétricas provocarão na Amazônia, especialmente com represamento dos rios.
Em recentes entrevistas sobre os prejuízos das hidrelétricas na região, Telma Monteiro alerta que, diferente do discurso oficial do governo brasileiro, os empreendimentos não produzem energia limpa e barata.
domingo, 17 de julho de 2011
DIA DE PROTEÇÃO ÀS FLORESTAS
Hoje comemoramos o Dia de Proteção às Florestas. Acredito que esta data sirva, pelo menos, como reflexão frente às ameaças, que não são poucas e que comprometem os principais Biomas e Ecossistemas Brasileiros no século atual. Além da Floresta Amazônica (Floresta de terra firme, Floresta de várzea e Floresta de igapós); temos a Floresta da Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, os Pampas, Banhados, Pantanal, Manguezais, Restingas, as Zonas de Cocais, Dunas e Mata Araucárias que se enquadram na Proteção de Florestas.
Quanta riqueza possui esse imenso Brasil! Riqueza tão explícita, real, sem levar em conta a taxa de extinção das espécies nos últimos anos . Em pleno século XXI o Brasil ainda discute e experimenta medidas de precaução e proteção para as nossas Florestas. Quando digo "em pleno" é válido salientar e ressaltar que há 19 anos (1992) aconteceu a conferência considerada como o grande marco das discussões ambientais globais; "ECO-92" e ficou conhecida como a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD). O seu objetivo principal foi de buscar meios de conciliar o desenvolvimento sócio-econômico com a conservação e proteção dos ecossistemas da Terra.
A ECO-92 propiciou a elaboração de vários documentos oficiais como: A Carta da Terra; três convenções (Biodiversidade, Desertificação e Mudanças Climáticas); uma declaração de princípios sobre florestas; a Declaração do Rio sobre Ambiente e Desenvolvimento; a Agenda 21 (que serviria como base para cada país elaborar seu plano de preservação do meio ambiente).
Nestes 19 anos, diversos Encontros, Conferências, Fóruns e Convenções foram criados para estabelecimento de metas, gerarem acordos nacionais e internacionais, onde as sugestões, críticas, opiniões e conhecimentos, pudessem de certa forma, minimizar os impactos ambientais e harmonizar justiça social e crescimento econômico com preservação do meio ambiente, principalmente das Florestas.
Ainda assim e de diversas formas, se discute, se analisa, o tão comentado Código Florestal, cujas mudanças propostas pelo deputado Aldo Rebelo, apesar dos 410 votos a favor, contra 63 e uma abstenção, esperamos novas intervenções para a final decisão do que irá valer, ou não, futuramente para o Brasil.
Diante do exposto e com pesar, recebemos notícias, quase que diariamente, através da mídia falada e escrita, sobre desmatamentos, queimadas, ocupação desordenada, poluição do solo e dos rios, tráfico de animais silvestres (responsável pela retirada de milhões de animais das matas brasileiras); exploração comercial em larga escala, introdução de espécies exóticas, etc. São estes riscos que somados a outros impedem o sucesso de grandes Projetos ou Planos, principalmente os de recuperação de áreas degradadas e os que permitem manter a floresta em pé.
sexta-feira, 18 de março de 2011
FAZENDA SANTA MARINA
FAZENDA DE SANTA MARINA
Fica em Santana dos Montes - MG
Fica em Santana dos Montes - MG
Viajar faz bem a qualquer pessoa e este atrativo turístico em área rural, além de lindo, é considerado como uma propriedade ZEN e aqui nada é por acaso. Cada detalhe foi cuidadosamente pensado e carinhosamente executado pelos proprietários.
Para ver as paisagens, as acomodações, os destaques e áreas de lazer, clique no site: www.fazendasantamarina.com.br
Esta matéria serve aos acadêmicos de turismo observar como se trabalha uma oferta turística tão procurada no momento.
FONTE: Revista Globo Rural
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